Por um vacilo da revisão constitucional, os filhos dos brasileiros nascidos no exterior ficaram sem o direito automático à cidadania brasileira. Hoje a criança recebe um passaporte temporário que lhe dá um status provisório, entretanto para ter a cidadania brasileira é necessário residir no Brasil antes de chegar a maioridade (18 anos) e entrar em um processo na Justiça Federal, que pode levar até dois anos segundo a OAB.
Todavia esta realidade está mudando graças à iniciativas populares, como o movimento internacional dos Brasileirinhos Apátrida(
www.brasileirinhosapatridas.org), que através de informações e manifestações pacíficas vem chamando a atenção para esta situação dos brasileirinhos sem pátria. Nesta última terça-feira (03/07/07) o Congresso Nacional aprovou em primeiro turno por unanimidade, com 384 votos, a Proposta de Emenda à Constituição 272/00, do Senado, que permite aos filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira serem registrados em repartição consular do Brasil no exterior, para poderem receber a nacionalidade brasileira. A matéria irá agora à Comissão Especial para a elaboração da redação que será votada em segundo turno.
Todo este movimento nos leva a pensar em uma outra cidadania. Muitos pais se orgulham dos filhos serem Norte Americanos e muitos trabalham dobrado para garantir um futuro financeiro melhor para a família. Entretanto, poucos se preocupam com o futuro espiritual de seus filhos, alguns até delegam isso as igrejas. É preciso lembrar que por um vacilo do primeiro casal (Adão e Eva - Gen 3) perdemos o direito à cidadania do paraíso. Para recuperar este direito somente através de Jesus Cristo. Pois Ele nos torna novamente filhos espirituais de Deus(Jo.1:12).Esta cidadania não é automática, nem cultural e não passa de pai para filho geneticamente. Se adquire a paritr de uma decisão pessoal. É preciso querer ser cidadão dos Céus. E se alguém pode de influenciar as decisões de uma criança são os pais. Você já parou para pensar qual o tipo de herança espitirual e emocional que está deixando para sua criança? Seu filho (a) já fez a opção por ser cidadão do Céu? O que você tem feito para que isso aconteça?